" Eu corro sozinha, nunca escuridão sem fim...
Ao som de arpas
Arpas de anjos, anjos que estão me iluminando
Nessa escuridão,
Corro, corro mas está ficando tudo escuro,
Escuro até demais.
O som fica cada vez mais distante a luz se torna um pequeno feixe de purpurina..."
Em nuvens de outrora se houve o tocar de arpas de uma anja, seus cabelos negros soltos ao reluzir os olhos de qualquer pobre mortal. Seus negros cabelos são as noites frias e esmeras, sua pele é tão clara, seus olhos penetrantes, seus lábios tingidos de rosa. Seus movimentos delicados, a como ela é bela!
Anja que me guarda, anja que me cuida, anja que me faz sentir amor......
Nenhum comentário:
Postar um comentário